Quando levantar o braço deixa de ser simples: o que está por detrás de muitas dores no ombro
Entre as várias condições tratadas em fisioterapia, a dor no ombro é uma das mais frequentes. E, dentro deste grupo, uma grande parte dos casos está relacionada com alterações dos tendões e músculos que controlam e estabilizam a articulação — uma estrutura conhecida como coifa dos rotadores (ou manguito rotador).
Quando a lombar dá sinais: postura, excesso de carga e o que o corpo tenta compensar
A dor lombar continua a ser uma das queixas musculoesqueléticas mais frequentes da vida adulta. Surge em pessoas sedentárias, mas também em quem pratica exercício regularmente. Aparece em contexto de trabalho, ao levantar cargas, durante treinos intensos ou simplesmente após semanas de tensão acumulada e movimentos repetidos.
Quando o corpo compensa em silêncio: o papel da osteoetiopatia nas adaptações que se tornam problema
Há desconfortos que não começam de forma evidente. Não existe uma queda, um esforço específico ou um momento claro que marque o início. O que existe é uma sensação progressiva: menor mobilidade, tensão acumulada, rigidez ao final do dia. Aos poucos, o corpo começa a dar sinais — discretos no início, mais persistentes...
Exercício clínico: quando o treino deixa de ser genérico e passa a resolver problemas reais
Há pessoas que chegam à consulta com uma ideia muito clara do que querem: “preciso de fortalecer”, “tenho de fazer exercício”, “mandaram-me mexer mais”. O problema é que, muitas vezes, já tentaram fazê-lo — no ginásio, em casa, seguindo vídeos ou conselhos bem-intencionados — e o resultado foi sempre o mesmo...
Dor musculoesquelética crónica: da perspetiva clínica à recuperação funcional
A dor musculoesquelética que persiste no tempo, mesmo quando não existe evidência de lesão estrutural evidente, é um dos desafios mais comuns — e frustrantes — na prática clínica contemporânea. Pessoas com dor crónica em zonas como cervical, lombar, ombro ou anca muitas vezes relatam que “os exames estão normais”...
Quando a dor persiste: o papel da fisioterapia na dor musculoesquelética crónica
A dor que se prolonga no tempo deixa de ser apenas um sintoma. Passa a interferir com o sono, com o humor, com a capacidade de trabalho e com a forma como o corpo se move no dia a dia. Em contexto clínico, considera-se dor musculoesquelética crónica aquela que se mantém por mais de três meses...