Depois de uma entorse: quando é que o tornozelo está realmente recuperado?
Basta um passo em falso, uma mudança de direção ou uma irregularidade no terreno para que o pé rode e o tornozelo doa imediatamente. Muitas pessoas já passaram por isso: o inchaço aparece, caminhar torna-se difícil e, durante alguns dias, cada movimento é feito com cuidado.
Porque é que a dor no tendão insiste em voltar? O papel do exercício clínico na recuperação
Há dores que aparecem de forma discreta. Um ligeiro incómodo ao subir escadas. Uma sensação de rigidez ao dar os primeiros passos de manhã. Um desconforto que surge apenas no final da corrida ou depois de um treino mais intenso.
Quando uma perna parece mais curta do que a outra: mito ou realidade?
"Disseram-me que tenho uma perna mais curta." É uma das frases mais frequentes em consulta quando uma pessoa procura ajuda por dor lombar, desconforto na anca, tensão persistente numa perna ou alterações da marcha. Muitas vezes, esta ideia acompanha o paciente há anos e acaba por ser encarada como a explicação para todos os sintomas.
Quando levantar o braço deixa de ser simples: o que está por detrás de muitas dores no ombro
Entre as várias condições tratadas em fisioterapia, a dor no ombro é uma das mais frequentes. E, dentro deste grupo, uma grande parte dos casos está relacionada com alterações dos tendões e músculos que controlam e estabilizam a articulação — uma estrutura conhecida como coifa dos rotadores (ou manguito rotador).
Quando a lombar dá sinais: postura, excesso de carga e o que o corpo tenta compensar
A dor lombar continua a ser uma das queixas musculoesqueléticas mais frequentes da vida adulta. Surge em pessoas sedentárias, mas também em quem pratica exercício regularmente. Aparece em contexto de trabalho, ao levantar cargas, durante treinos intensos ou simplesmente após semanas de tensão acumulada e movimentos repetidos.
Quando o corpo compensa em silêncio: o papel da osteoetiopatia nas adaptações que se tornam problema
Há desconfortos que não começam de forma evidente. Não existe uma queda, um esforço específico ou um momento claro que marque o início. O que existe é uma sensação progressiva: menor mobilidade, tensão acumulada, rigidez ao final do dia. Aos poucos, o corpo começa a dar sinais — discretos no início, mais persistentes...